quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Megadeth


Megadeth
Megadeth atuando no Sonisphere 2010 na República Checa.
Informação geral
Origem Los Angeles, Califórnia
País  Estados Unidos
Gêneros Heavy metal, thrash metal, hard rock,[1][2][3] speed metal[4]
Período em atividade 1983-2002
2004-atualmente
Gravadora(s) Combat Records (1984-1986)
Capitol Records (1986-2000)
Sanctuary Records (2001-2006)
RoadRunner Records (atual)
Página oficial www.Megadeth.com
Integrantes
Dave Mustaine
David Ellefson
Chris Broderick
Shawn Drover
Ex-integrantes
Greg Handevidt, Nick Menza, Gar Samuelson, Kerry King, Chris Poland,Glen Drover, Jay Reynolds, Jeff Young, Marty Friedman, Al Pitrelli, James Lomenzo, Jimmy DeGrasso
O Commons possui uma categoria com multimídias sobre Megadeth
Megadeth é uma banda estado-unidense de heavy metal liderada por seu fundador, o vocalista e guitarrista Dave Mustaine. O grupo foi formado em 1983, após Dave ser expulso do Metallica. Desde então, a banda lançou treze álbuns de estúdio, quatro álbuns ao vivo, dois EP e cinco compilações.
A banda ganhou fama internacional ligeiramente. Ficou muito conhecida por sempre trocar sua formação devido aos constantes problemas com drogas. Após se estabilizar, lançou álbuns premiados com o disco de ouro, platina e foi nomeado ao Grammy pelo álbum Countdown To Extinction em 1992.[5] O grupo foi dissolvido em 2002, após Mustaine descobrir uma séria lesão no nervo do braço esquerdo, mas após dois anos de longa fisioterapia, Mustaine decidiu voltar a ativa com o lançamento de The System Has Failed. Desde então, a banda lançou outros três álbuns: United Abominations (2007), Endgame em (2009) e TH1RT3EN em 2011. Megadeth faz parte do "Big Four of Thrash", juntamente com Metallica, Slayer e Anthrax.
O grupo já vendeu mais de 25 milhões de álbuns [6]. Em 26 anos de atividade, mais de 20 músicos já tocaram com Mustaine, o único presente em todas formações.

Índice

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[editar] História

[editar] Início

No verão de 1983, apenas dois meses após o guitarrista Dave Mustaine ser expulso do Metallica após problemas com drogas, comportamento violento, e conflitos de personalidade com os demais membros da banda,[7] Mustaine, o baixista David Ellefson, o guitarrista Greg Handevidt, e o baterista Dijon Carruthers criaram o Megadeth, que mais tarde usaram o nome Megadeth em Los Angeles. Mustaine mais tarde disse, "Após ser expulso do Metallica, tudo que eu lembrava era que eu queria sangue. O deles. Queria ser mais rápido e pesado que eles.".[8]
Impulsionado pelo desejo de vingança,[9] Mustaine aumentou a velocidade e intensidade das músicas que já tinha escrito, como "Mechanix", cujo a nova formação do Metallica adaptou para uma versão lenta e chamada "The Four Horsemen". Após a procura sem sucesso de seis meses por um novo vocalista, Mustaine decidiu assumir a posição, se tornando assim, líder, guitarrista, compositor e vocalista.
No início de 1984, o Megadeth gravou três demos, apresentando Mustaine, Ellefson e Rausch, que continham as músicas "Last Rites/Loved to Death", "Skull Beneath the Skin", e "Mechanix". Após alguns shows, Lee Rausch foi substituído pelo baterista Gar Samuelson.[10] Após mostrar talento nas três demos, o Megadeth assinou contrato com uma Gravadora independente de Nova Iorque, chamada Combat Records, e em dezembro adicionou Chris Poland como segundo guitarrista.
Com Poland, Mustaine, Samuelson e Ellefson tocando, o Megadeth lançou o demo Last Rites e em 1985 o primeiro álbum Killing Is My Business... And Business Is Good!, com excepcional aceitação do público e da mídia.
Após lançarem Peace Sells... But Who's Buying em 1986 Chris Polland e Gar Samuelson foram despedidos da banda por Mustaine, sendo substituídos pelo guitarrista Jeff Young e pelo baterista Chuck Behler. Essa formação lançou um novo álbum intitulado So Far, So Good... So What!, com destaque para a música In My Darkest Hour, que foi por 3 meses a mais tocada nas rádios americanas.
Infelizmente naquela época o relacionamento de Mustaine com os membros do grupo não era muito bom. Ele sofria de dependência de drogas e foi preso algumas vezes por isso. Um dia a polícia o prendeu com oito tipos de drogas injetáveis. Após isso, Mustaine teve que ser internado em uma clínica de reabilitação.

[editar] Formação Rust in Peace

Poucos meses depois, Mustaine dizia-se um novo homem e reformulou a banda, que era composta pelo guitarrista Marty Friedman e o baterista Nick Menza.
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Peace Sells (1986)
Amostra de Peace Sells. Segundo single do álbum de 1986 "Peace Sells... but Who's Buying?".

Problemas para escutar este arquivo? Veja introdução à mídia.
Esta formação lançou o Álbum Rust In Peace, um sucesso de vendas em todo o mundo, e por várias semanas entre os TOP 10 dos Estados Unidos. Este álbum é considerado um clássico do thrash metal. Alguns o apontam, ao lado de Master Of Puppets do Metallica, como o melhor de toda história desse estilo. Foi a turnê de Rust in Peace que levou o Megadeth pela primeira vez ao Brasil, onde o grupo se apresentou na segunda edição do Rock in Rio, realizado no Maracanã, em janeiro de 1991.
Em 1992, lançaram Countdown To Extinction, também um grande sucesso comercial. O destaque vai para a música Symphony of Destruction, que é a mais conhecida do público e foi regravada por várias outras bandas.
Youthanasia, lançado em 1994, manteve o bom nível do álbum anterior, e a música A tout le monde foi por quase 1 ano a mais tocada nas rádios dos Estados Unidos.
Em meados dos anos 1990, foi tentado uma reunião com a formação "quase original" do Metallica, com James Hetfield no vocal, Dave Mustaine na guitarra solo, Lars na bateria e o lugar de Cliff Burton seria ocupado por David Ellefson. Mas os contatos entre os empresários não deram certo.
No ano 95 lançaram o álbum Hidden Treasures, que agradou o público, mas a mídia não deu muita atenção.
Em 1997 o Megadeth lançou Cryptic Writings, um álbum de "volta às origens" com músicas que lembram toda a carreira da banda: "She-Wolf", "Trust", "Secret Place", "Vortex", "FFF", "Almost Honest", "The Desintegrators".
Nesse mesmo ano Nick Menza saiu da banda. Nick foi diagnosticado com um tumor no joelho. Exames constataram-no como benigno, e o tumor foi removido. Ao invés de cancelar os shows, Dave Mustaine chamou o baterista Jimmy DeGrasso. Nick Menza contou em várias entrevistas que um dia, enquanto ainda estava no hospital se recuperando da cirurgia, Dave Mustaine telefonou e simplesmente disse "seus serviços não são mais necessários".

[editar] Risk

Em 1999, lançaram o álbum Risk, álbum que seguindo o caminho de músicas como "Almost Honest" do disco anterior, apresentava samples semi-eletrônicos. Apesar de decepcionar alguns fãs, gerou muitos adeptos e foi sucesso de vendas nos Estados Unidos.[11]
Destaque para a música "Crush Em'", que virou tema de vários programas de luta, foi tema do filme Soldado Universal e fez a banda ganhar alguns prêmios. Um dos fãs assumidos que a banda ganhou foi o ator Jean-Claude van Damme, que hoje é um grande amigo de Dave Mustaine.
Mustaine previa que o álbum Risk seria o último do guitarrista Marty Friedman. Até hoje não se sabe ao certo o motivo de sua saída. A versão oficial é de que ele não queria mais tocar em nenhuma banda, e sim criar uma longa carreira solo, a qual vem dando certo até hoje no Japão. Para o seu lugar, foi escalado Al Pitrelli, ex-guitarrista da banda Savatage.
Era o ano de 2001, e a banda lançou o polêmico álbum The World Needs a Hero. Este teve muito boa aceitação. Uma curiosidade é que a banda foi barrada ao entrar na Malásia para fazer um show. O motivo foi que "a banda causa má conduta e deixa os jovens visivelmente modificados".

[editar] Encerramento temporário

No dia 3 de abril de 2002 Dave decide encerrar temporariamente o Megadeth por problemas em um nervo no braço. Naquela época ele entrou em crise com David Ellefson, o baixista da banda. Houve muitas brigas, inclusive judiciais. Em meio de todas essas confusões, Mustaine relança o álbum Killing Is My Business... and Business Is Good!, com novas faixas.

[editar] Retorno

Era o ano de 2004, todos pensavam que a banda iria encerrar definitivamente suas atividades. Mas Dave Mustaine conseguiu se recuperar do seu problema no tendão e anunciou o reinício da banda. Além disso, lançou mais CDs remasterizados e com faixas novas.
Na metade do ano 2004, o Megadeth lança o álbum The System Has Failed. Para alguns o segundo melhor da história do grupo. As letras eram ótimas e faziam ataques ao governo americano. Chris Poland (guitarra), Vinnie Colaiuta (bateria) e Jimmy Lee Sloas (baixo) completaram a banda.
Após as vendas do novo álbum serem melhores de que o esperado, Mustaine anuncia uma tour pelo mundo. Chama o guitarrista Glen Drover e seu irmão Shawn Drover para a bateria. O baixista foi James MacDonough. Em 11 de outubro de 2005, a banda tocou no Brasil.
Em Fevereiro de 2006, o então baixista MacDonough foi despedido por Mustaine. Boatos na Internet sugeriram a volta de David Ellefson, que fez as pazes com Dave um mês antes. Todos queriam isso, menos o próprio David Ellefson. Chamou, então, o baixista James LoMenzoEx-Black Label Society.
Ainda em 2006, a banda lançou o novo DVD intitulado Arsenal of Megadeth que foi muito bem vendido nos Estados Unidos.
2007 foi um grande ano para a banda norte-americana. Em março, a banda lançou um DVD intitulado That One Night, Live in Argentina. United Abominations saiu em maio e despontou como o retorno da banda às suas raízes. O álbum vem fazendo muito sucesso entre os fãs do mundo inteiro. Alguns até dizem ser o melhor álbum desde o clássico Rust In Peace.
Recentemente, a banda lançou uma nova coletânea, intitulada Megadeth Warchest, que traz 4 CD's com grandes músicas da banda, incluíndo algumas inéditas e um DVD bônus de um show.
No dia 14 de Janeiro de 2008, Mustaine anunciou oficialmente a saída de Glen Drover por motivos particulares. O escolhido para substituir Glen foi o ex-guitarrista do Nevermore, Chris Broderick.
Com Chris Broderick na guitarra, a banda lançou em 2009 o excepcional Endgame, que até agora teve muito boa aceitação da mídia e do público, sendo considerado um dos melhores álbuns já lançados pelo Megadeth.
No dia 8 de Fevereiro de 2010, Mustaine anuncia a volta do baixista original David Ellefson, que integrara a banda desde seu início até 2002. Junto com a volta de Ellefson, Mustaine anuncia a realização de uma turnê de aniversário de 20 anos do clássico Rust In Peace. Inicialmente realizada apenas nos Estados Unidos, a turnê é estendida para a América do Sul.

[editar] Membros

Linha do tempo do Megadeth

[editar] Atuais membros

[editar] Antigos membros

Guitarristas
Baixistas
Bateristas

[editar] Músicos temporários

Estes três músicos gravaram o CD The System Has failed com Mustaine, mas não continuaram na banda.
OBS
O site oficial do Megadeth não reconhece esta formação como oficial mas sim como temporária.

[editar] Projeto Paralelo

No ano 1996, Dave Mustaine, juntamente com Lee Ving, o vocalista da banda LA Punk Fear, formam o projeto paralelo ao Megadeth. A esse se dá o nome de MD.45. MD são as inicias de Dave Mustaine ao contrário. 45 são as iniciais de Lee Ving - LV) em números romanos invertidos. Jimmy DeGrasso, "que futuramente iria fazer parte do Megadeth", era o baterista. Com Kelly Lemieux no baixo, completaram a formação. O grupo lançou em 1996 um álbum The Craving. Em 2004, o álbum foi regravado, mas dessa vez com Dave Mustaine nos vocais.
Outro projeto feito pelo Megadeth fora a composição da música Sudden Death , composta para o jogo Guitar Hero Warriors Of Rock. Foi lançado o single dizendo na capa 'Featured in Guitar Hero Warriors Of Rock'.

[editar] Controvérsias

Dave Mustaine se tornou popular por declarações polêmicas na imprensa,[12] quase sempre abordando assuntos relacionados a rivalidades com antigos companheiros e músicos de bandas como Slayer e Metallica. Ficou conhecido por sua desavença com James Hetfield e Lars Ulrich, sempre os acusando de terem feito uma grande injustiça após sua expulsão do Metallica e de eles terem roubado letras de músicas prontas de Dave, sem ao menos dar crédito a ele.[13]
Em abril de 1988, em um concerto musical na Irlanda, Mustaine dedicou uma música à República Armada Irlandesa..[14][15] Antes do final da música "Anarchy in the U.K.", Mustaine disse "Essa música é pela nossa causa!". Uma grande confusão se gerou na platéia e a banda teve de usar um ônibus blindado até o fim da tour. Este incidente serviu de inspiração para outras músicas como "Holy Wars… the Punishment Due".
Em Julho de 2004, o antigo baixista David Ellefson processou Mustaine e pediu $18.5 milhões. Ellefson alegou que Dave Mustaine alterou seu contrato e se negou a um acordo após a banda acabar em 2002.[16] Ellefson também acusou Mustaine de ficar com todo o dinheiro que a banda ganhava com propaganda e públicações em revistas. O processo foi interrompido em 2005,[17]
Desde o retorno da banda, o Megadeth nunca mais tocou canções com citações demoníacas, por Mustaine ter se convertido à religião cristã.[18][19] Em 2004, Dave Mustaine é batizado novamente. Em maio de 2005, Mustaine cancelou dois shows na Grécia e um em Israel, pois se negou a subir ao palco com bandas de black metal, que utilizavam muitas referências Anti-Cristo em suas letras.[20]

[editar] Temas das músicas

Desde o seu início, o Megadeth tem um tema que expoem com grande frequência nas suas músicas. Guerra - o que já é bem explicito no nome da banda. Nas músicas "Set The World Afire" e "Gears of War", Mustaine expõe os problemas de uma guerra nuclear. As músicas "Architecture of Aggression" e Hangar 18 mostram temas militares, que quase sofreram censura. A conhecida Holy Wars… The Punishment Due fala sobre a guerra em Israel e as consequencias do sangrento combate. Peace Sells.., fala sobre a paz mundial, cada vez mais afetada pelos políticos, que não se interessam por ela. Mas as músicas mais polêmicas, na verdade, falam sobre suícidio. O videoclipe da música In my darkest hour foi banido da MTV mundial, porque passava tal mensagem. O mesmo aconteceu com a música "A tout le monde" , que apesar de não ser sobre o suicido é intrepretada por muitos como sendo. Após a conversão de Dave Mustaine em 2004 ele tem feito letras sobre o cristianismo, como de Shadow of Death, Truth Be Told, Never Walk Alone e Blessed Are The Dead.
Outros temas comuns nas músicas são política e relacionamentos.

[editar] Discografia

[editar] Álbuns de estúdio

Ano Álbum Gravadora
1985 Killing Is My Business... and Business Is Good! Combat Records
1986 Peace Sells... but Who's Buying? Capitol Records
1988 So Far, So Good... So What! Capitol Records
1990 Rust in Peace Capitol Records
1992 Countdown to Extinction Capitol Records
1994 Youthanasia Capitol Records
1997 Cryptic Writings Capitol Records
1999 Risk Capitol Records
2001 The World Needs a Hero Sanctuary Records
2004 The System Has Failed Sanctuary Records
2007 United Abominations Roadrunner Records
2009 Endgame Roadrunner Records
2011 TH1RT3EN Roadrunner Records

[editar] Turnês

  • Killing For A Living USA Tour 1984-1985
  • Wake Up Dead Tour '86-'88
  • So Far… So Good… So World Tour '88
  • Oxidation Of The Nations Tour '90
  • Clash Of The Titans Tour 1990
  • Oxidation Of The Nations Tour '90-'91
  • Clash Of The Titans Tour 1991
  • Oxidation Of The Nations Tour '91
  • Countdown To Extinction Tour '92-'93
  • First Full South American Tour '94
  • Youthanasia Tour 1995
  • Reckoning Day US Tour '95
  • Monsters Of Rock Tour 1995: South America
  • Cryptic Writings Tour 1997
  • Ozzfest 1998 Tour
  • Cryptic Writings Tour 1998
  • Risk Tour 1999
  • Risk 2K Tour 1999
  • Maximum Rock Tour 2000
  • Risk Tour 2000
  • The World Needs An Unplugged North American Tour 2001
  • The World Needs A Hero Tour 2001
  • Blackmail The Universe World Tour 2004/2005
  • Gigantour 2005
  • Blackmail The Universe World Tour 2005
  • Gigantour 2006
  • United Abominations Tour
  • Tour Of Duty 2007
  • Gigantour 2007
  • Tour Of Duty 2008
  • Gigantour 2008
  • Tour Of Duty 2008/Gigantour 2008
  • Tour Of Duty 2008
  • Priest Feast Tour 2009 (Judas Priest and Testament)
  • Canadian Carnage Tour 2009 (Slayer, Suicide Silience and Machine Head)
  • The Endgame Tour 2009
  • Rust in Peace 20th Anniversary Tour March 2010
  • Rock in Rio Lisbon May the 30th
  • Big Four 2010
  • SWU Festival of Music-(FESTIVAL DE MUSICA SWU) 2011

HIM

HIM
HIM-milano1.jpg
Show do HIM em 2005
Informação geral
Origem Helsinki
País  Finlândia
Gêneros Love metal
Rock alternativo
Rock gótico
Hard rock
Metal alternativo
Período em atividade 1991–atualmente
Gravadora(s) Sire Records
Warner Bros. Records
Warner Music Group
Helsinki Music Company
Página oficial Heartagram.com
Integrantes
Ville Valo
Mikko "Linde" Lindström
Mikko "Mige" Paananen
Janne "Burton" Puurtinen
Mika "Gas" Karppinen
Ex-integrantes
Juippi
Tarvonen
Oki
Antto Melasniemi
Sergei Ovalov
Juhana "Pätkä" Rantala
Jussi-Mikko "Juska" Salminen
HIM é uma banda de rock da Finlândia formada em 1991 por Ville Valo, Mikko "Mige" Paananen e Mikko "Linde" Lindström. O HIM começou fazendo covers de bandas como, Type O Negative e Black Sabbath, entre outras. Foi só em 1995 que o conjunto começou a se desenvolver da forma como o conhecemos hoje, isto é, um estilo que mistura heavy metal, cujos temas recorrentes são a dor e a morte, com amor e romance. O HIM fez escola com esta sonoridade, a qual denominou Love metal (gênero que, por ter sido criado por Ville quase que como brincadeira, não existe para nenhuma outra banda, ou seja, só o HIM é Love metal).

Índice

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[editar] História

Criada em 1991, a banda finlandêsa HIM é formada por Ville Valo (vocal), Mige (baixo), Linde (guitarra), Burton (teclados) e Gas (bateria), sendo que Ville, Mige e Linde estão na banda desde o início, enquanto que Burton e Gas substituíram antigos integrantes.
A banda nasce com uma proposta inovadora de unir sentimento a guitarras pesadas, fazendo um som único que pode ser, genericamente, chamado de Love Metal, mas que não pode ser precisamente definido. A voz penetrante e inconfundível de Valo consegue transmitir uma melancolia única às melodias que o HIM toca.
O HIM tem influências do gótico dos anos 80 como The Cure e Depeche Mode, do heavy metal como Black Sabbath e Type O Negative da sentimentalidade de Elvis Presley, Neil Young e o a-ha.
O primeiro álbum da banda, intitulado "Greatest Love Songs Vol. 666", trouxe canções que oscilavam entre o amor e a morte numa mistura vibrante de metal com doces melodias. Neste mesmo álbum, a banda regravou "Wicked Game", música que fez sucesso no passado na voz de Chris Isaak. Quando perguntado sobre o porquê de ter relançado essa música, Valo responde: "Eu posso me identificar com sentimento dessa música, ela tem o mesmo tipo de melancolia que você encontra nas músicas tradicionais finlandesas e em nossa música. Nós temos muito mais em comum com um cara como o Chris Isaak do que com qualquer banda de testosterona-heavy metal."
Posteriormente, em 1999, gravaram o álbum "Razorblade Romance", nos estúdios Rockfield e produzido por John Fryer. Neste álbum, encontra-se alguns dos maiores sucessos do HIM, como "Poison Girl", "Join Me In Death" e "Right Here in my Arms".
Os próximos álbuns, "Deep Shadows and Brilliant Highlights" e "Love Metal" só viriam a confirmar a qualidade da banda, o que lhes rendeu fama e espaço na mídia para novos trabalhos. Em 2004 sairia a coletânea "And Love Said No: The Greatest Hits 1997-2004".

[editar] Heartagram


HIM em concerto no ano de 2006.
O "Heartagram" é a mistura de um coração com um pentagrama invertido[1]. O significado desse símbolo é o equilíbrio entre os extremos; a vida e a morte, o amor e o ódio, que é o tema da maioria das músicas da banda, além de ser seu símbolo principal.
O "Heartagram" é a marca registrada do HIM, criado por Ville Valo no dia de seu 20° aniversário. Valo disse que o Heartagram representa o HIM, como banda, como uma entidade e o 'love metal' em geral". Muitos fãs da banda têm tatuagens do Heartagram, ou tatuagens de outros emblemas do HIM - como o coração no pulso direito de Ville. Ville Valo permitiu que seu grande amigo, Bam Margera (skatista profissional, ator e estrela dos programas de TV Jackass e Viva La Bam), compartilhasse a licença da imagem do Heartagram, o que ele tem feito para fins promocionais, incluindo seus tênis Adio e skates Element. Por causa da licença compartilhada, algumas pessoas acreditam que o símbolo pertence apenas a Bam.
Outras pessoas mais conhecidas também têm tatuagens do logo, como Kat Von D. De acordo com Valo, a banda se tornou mais conhecida por seu logo e não por sua música. Em uma entrevista, Ville disse que o Heartagram é um "Yin Yang moderno".

[editar] Formação


O grupo em concerto no ano de 1999.

[editar] Membros atuais

[editar] Ex-membros

[editar] Discografia

[editar] Álbuns de estúdio

[editar] Álbuns ao vivo

[editar] EPs

[editar] Demos

[editar] Compilações

System of a down

System of a Down (às vezes abreviado para SOAD) é uma banda de rock armeno-americana formada em Glendale, Califórnia em 1992. É composta por Daron Malakian (guitarra, vocais), Serj Tankian (vocais, teclados), Shavo Odadjian (baixo) e John Dolmayan (bateria). O grupo é conhecido pelas visões políticas e sociais que inserem nas letras de suas canções.
O System of a Down usa uma grande variedade de instrumentos, incluindo guitarra barítona, mandolins elétricos, cítaras, violões de doze cordas entre outros instrumentos asiáticos. Suas principais influências são as bandas mais antigas de rock alternativo, mas eles também foram influenciados pelo heavy metal, punk rock, jazz, fusion, música folk da Armênia, rock, rock clássico, blues e industrial. Em 2006 o grupo entrou em hiato por tempo indeterminado, porém em 29 de novembro de 2010 a banda anunciou a saída de hiato em seu website oficial. Em 2011 se apresentou no Rock in Rio.

Índice

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[editar] História

[editar] Primórdios (1992-1997)

Tudo começou quando Serj Tankian conheceu Daron Malakian, em meados de 1992 e formaram uma banda de garagem chamada Soil. A banda era originalmente formada por Serj Tankian, como vocalista e tecladista, Daron Malakian como guitarrista, Dave Hakopyan no baixo e Domingo Laranio na bateria. Neste período eles conheceram Shavo Odadjian. Mais ou menos um ano depois, com apenas um show feito e poucas gravações, Domingo e Dave deixaram a banda, dizendo que esta não iria a lugar nenhum.
Após o final do Soil, em 1994, Serj Tankian e Daron Malakian mudaram o nome da banda para System of a Down, cujo nome foi uma adaptação de um poema feito por Daron chamado "Victims of a Down", pois Shavo achou "System" mais interessante e de maior impacto. Shavo Odadjian, que era o empresário da banda, largou o cargo de gerente de uma casa noturna e entrou nela como baixista, deixando assim, seu lugar de empresário para David "Beno" Benveniste. Pouco depois, o grupo ficava completo com a adição de Andy Khachaturian na bateria. Rapidamente começaram a trabalhar em demos como "P.I.G." ("Mr. Jack" em Steal This Album) e "Flake", tendo feito ainda um cover da canção "The Metro", da banda Berlin, todos estes demos fazem parte da compilação Untitled 1995 Demo Tape. Rumores dizem que além dessas demos, foram gravadas outras, como "Friik!!" (versão de 1995), "36" (versão de 1995) e "Roulette" (com baixo e violão). Nos anos de 1995, 1996 e 1997, eles lançaram três fitas demo com a intenção de promover a banda, na esperança que alguém gostasse de suas músicas e os contratassem.
A primeira fita demo contava com as canções "Suitepee" (tudo junto, diferente da versão final), "Sugar", "DAM" e "P.L.U.C.K.". A segunda fita demo tinha as canções "Honey", "Temper" e "Soil". A terceira fita era composta por "Know", "War?" e "Peep-Hole" (separado por hífen, diferente da versão final). Entre 1994 e 1997, o SOAD fez vários shows em bares e clubes como o Whisky a Go Go, Viper Room e The Palace. Já no ano de 1997, Andy Khachaturian abandona os SOAD com uma lesão na mão sendo substituído por John Dolmayan. Após a performance do novo baterista, ainda sem contrato oficial, em dois concertos realizados em clubes e locais do gênero, o produtor Rick Rubin, ainda sem qualquer compromisso com o grupo, gostou da banda e pediu para manterem contato com ele. Perto do final do ano é gravado mais um demo, mas desta vez com o intuito de ser lançado apenas para as gravadoras - os fãs e restante público só tiveram acesso a este registro anos mais tarde quando foi disponibilizado na Internet, conhecidas como a quarta fita demo.

[editar] O começo do sucesso (1998-2000)

SOAD em concerto musical.
De todas as gravadoras que receberam o demo, é a American Recordings, de Rick Rubin, que acaba se mostrando interessada, e assim que o contrato é selado, a banda entra em estúdio para gravar seu primeiro álbum. Ainda em 1997, os concertos dos SOAD foram batizados com o nome The Dark Red Experience.
No verão do ano seguinte, é editado o álbum de estréia auto-intitulado da banda. Em junho de 1998 é lançado o disco. "Sugar" e "Spiders" foram os primeiros singles a ganhar desde cedo destaque nas rádios. Algumas músicas que faziam parte da "quarta fita demo" ficaram de fora do álbum, sendo elas "Blue", "Friik!!", "Metro", "Marmalade", "Storaged" e "36", dando lugar a "Suggestions", que não estava na fita, porém, "Marmalade" e "Storaged" foram lançadas em uma edição especial do disco, apenas no Japão. Após o lançamento do álbum, a banda entrou em turnê, abrindo shows para Slayer e Sepultura, chegando até a atuar no palco secundário do Ozzfest de 1998. A banda chegou a fazer turnê com Incubus e Fear Factory.
Em 1999, o SOAD lança uma edição especial do seu primeiro álbum, com disco duplo, e contava com quatro canções ao vivo, gravadas em Nova York, sendo elas: "Know", "War?", "Suite-Pee" e "Sugar". Chega o ano 2000 e o SOAD está ganhando espaço no mundo musical, mas ainda não é uma banda muito conhecida. Então eles fazem uma versão de estúdio para a canção "Snowblind", do Black Sabbath, cuja entrou no álbum em tributo a banda chamado Nativity in Black II. Nesse mesmo ano, começam a preparar o álbum que levou a banda ao auge, o Toxicity, disco que seria lançado no ano seguinte. Em alguns shows desse ano, a banda chegou a tocar as canções "Prison Song" e "Psycho", mas ainda eram versões não-terminadas e então diferentes das versões finais. No final do ano deu-se início às gravações de Toxicity, além de fazerem o primeiro show beneficente em homenagem às vítimas do genocídio armêmio, o Souls, onde boatos dizem que tocaram a canção "Pictures", lançada somente em 2002.

[editar] A fase dourada do SOAD (2001-2004)

A fase dourada dos SOAD surge após o lançamento do álbum Toxicity, que estreou em primeiro lugar na Billboard e atingiu o topo das paradas no Canadá, inclusive na semana dos ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York. Permaneceu ainda assim no topo na semana dos ataques, embora sob fortes críticas políticas sobre o controverso single "Chop Suey!" que foi banido das rádios americanas devido à sua letra, pois tinha uma grande semelhança aos ataques que aconteceram.
Mesmo assim, o videoclipe continuou a passar na MTV, o que resultou num grande sucesso assim como a canção "Toxicity". Mesmo com a polêmica ao redor de "Chop Suey!", foi indicado para o Grammy. O disco ainda contava com a música "X", que era tocada ao vivo desde 1995. Nesse mesmo ano (2001) a banda entra em turnê, chamada de Pledge of Alligeance, com Slipknot, Rammstein, Mudvayne, American Head Charge e No One, para promover o álbum Toxicity. Em um desses shows, na cidade de Rosemont, foram feitas gravações em vídeo, onde "Chop Suey!", "Prison Song" e "Bounce" entraram em DVD em uma edição especial de Toxicity, cujo tinha a capa azul. Outra versão do CD, com capa vermelha, também foi lançada como um disco bônus, contendo os bastidores da gravação do álbum. O disco vendeu aproximadamente 7 milhões de cópias em todo o mundo.
Mais tarde, ainda em 2001, foram colocadas na Internet algumas faixas não editadas e não acabadas, que apesar de muitos julgarem como sobras do álbum Toxicity, Serj afirma que as canções não são restos, e chegam a ser até melhores que os singles consagrados do álbum de 2001. Sendo assim, a banda entrou em estúdio novamente e regravou essas canções, alterando algumas, tanto na estrutura quanto no nome, e lançaram o álbum chamado Steal This Album! em novembro de 2002. O nome do mesmo surgiu como uma referência ao título do livro de Abbie Hoffman, Steal This Book, e também como uma mensagem a todos os que roubam música e as lançam na Internet. O álbum não tem encarte e o disco foi feito para parecer um CD-R escrito a caneta. Este disco contava com canções que já eram tocadas a vários anos ao vivo, sendo elas "Chic 'N' Stu" (desde 1999), "36" (tocada uma vez em 1998) e "I-E-A-I-A-I-O" (2000). Músicas que, inclusive, poderiam até ter entrado para o álbum anterior, Toxicity. Além da versão final, apenas com violão e violino de "Roulette". O single de apresentação do álbum foi "Innervision", promo que recebeu boa aderência por parte das rádios. Deste disco ainda tem destaque para a canção "Boom!", cujo vídeo gravado em 2003, representava um protesto contra a guerra do Iraque feita pelos Estados Unidos, mostrando protestos contra a guerra em todo mundo, inclusive no Rio de Janeiro e São Paulo. Foram feitas também 50 mil cópias com quatro "capas" diferentes, cada uma com um desenho feito por um membro da banda. No final de 2002, a canção "Chop Suey!" foi tocada no prêmio da MTV Video Music Awards Latinoamérica. Serj também juntou várias poesias dele, que foram escritas durante sua vida, e fez um livro de poesias chamado "Cool Gardens".
Em 2003 a banda entra em férias. Nesse ano eles fizeram apenas três shows, um no Reading Festival, um no Leeds Festival e o último foi um concerto beneficente, feito em parceria com a banda Red Hot Chili Peppers, em Los Angeles. Nesse show eles tocaram a canção "Boom!", a única apresentação dessa canção ao vivo que a banda já fez, "Storaged", uma música incomum a ser tocada na época, e um cover do Guns N' Roses, "Civil War". Outra curiosidade desse show é que não tocaram a canção "Chop Suey!". A música "Aerials" contou com a participação do guitarrista do Metallica, Kirk Hammet. Nesse mesmo ano, Serj chama seu amigo Arto Tunçboyacıyan para gravar um disco com músicas típicas da Armênia, chamado Serart ('Ser'j+'Art'o), que foi lançado pela gravadora de Serj, a Serjical Strike.
Daron também não ficou parado. Em 2001, em um festival na Austrália e Nova Zelândia Daron conheceu Casey Chmielinski (Chaos), vocalista da banda Amen. Depois de se encontrarem por acaso meses depois em Los Angeles, Malakian e Chmielinski começaram a andar e tocar juntos. Malakian estava considerando um projeto paralelo na época e conversou com Chmielinski sobre tocarem juntos. Foi então que no final de 2002, os dois chamaram Greg Kelso (guitarra) e Zach Hill (bateria) para gravarem uma fita demo chamada Ghetto Blaster Rehearsals. Essa banda se chamava Scars on Broadway - mas não tem ligação nenhuma com o SOB criado por Daron em 2008. Algumas dessas músicas demos receberam os títulos provisórios de "Matter of Fact", "Animal" e "Somebody Get Me a Shotgun".
Em 2004 aconteceu a segunda edição do Souls, com destaque para a canção "Soil", que não era tocada desde 2001, e "Roulette", tocada pela primeira vez ao vivo. A banda pretendia lançar um DVD com o esse show, porém, seus planos não deram certo, pois como John disse: "Tudo acaba vazando na internet de alguma forma".
Foi em abril desse ano que o Axis of Justice - uma fundação sem fins lucrativos e que luta pela justiça social, fundada por Serj e Tom Morello, em 2002 -, promove um show beneficente, com a participação de vários músicos conhecidos, como Flea, Brad Wilk, Chris Cornell, Maynard James Keenan, John Dolmayan e muitos outros. Nesse show foram executadas diversas músicas, sendo alguns covers e poesias do Serj adaptadas. Desse show saiu o Axis of Justice: Concert Series Volume 1, um CD e DVD com o show do Axis of Justice. Após o show, uma surpresa, Serj, Daron, John e Shavo, os quatro membros do System of a Down estavam no palco, e fizeram uma pequena apresentação contendo "Mr. Jack", "Needles", "Deer Dance", "Mind", "Science" e "Kill Rock 'n Roll", esta última era inédita.
Ainda em 2004, a banda anunciou o lançamento de um novo disco para o mesmo ano, mas acabaram decidindo não lançar em 2004, mas sim em 2005, porém, as gravações já haviam começado. Daron Malakian apresentou para a banda uma das músicas do Scars on Broadway, onde usaram o riff inicial para a criação da música "B.Y.O.B.". A banda então grava uma demo própria de "B.Y.O.B.", com música e letra feitas por Malakian e o vocal principal de Tankian. Ele levou uma gravação da demo para casa e usou versos de dois poemas seus para escrever a letra da música. Os poemas eram "War That No One Won" e um outro poema sem nome, então ele apresentou a letra para a banda no ensaio seguinte, para poderem finalizar a música que entraria no seu próximo álbum: "Mezmerize".

[editar] O retorno (2005-2006)

Em 2005, anunciaram definitivamente o lançamento de um álbum duplo, que se chamaria Mezmerize e Hypnotize, porém, seria um álbum duplo, mas diferente, pois seria lançado em duas partes, uma em maio e outra em novembro. Os álbuns são ligados de certa forma, pois juntando o encarte dos dois forma-se um desenho único, a canção de abertura do Mezmerize é "Soldier Side - Intro" e a canção de encerramento do Hypnotize é "Soldier Side", fazendo assim a ligação entre eles. Em janeiro de 2005 o SOAD volta oficialmente a ativa, participando do evento Big Day Out, em um total de sete shows, onde tocaram músicas inéditas, que seriam lançadas posteriormente em seu álbum duplo, as canções tocadas foram: "Kill Rock 'n Roll", "Holy Mountains", "Tentative" (Primeira vez executada ao vivo) e "Cigaro". Tocavam também pela primeira vez ao vivo a canção "Highway Song". No dia 24 de abril o SOAD realiza o terceiro show beneficente chamado Souls. Consequentemente, usaram cenas desse show para a realização do DVD Screamers, um documentário sobre o Genocídio Armênio.
Finalmente chega o mês de maio e o lançamento de Mezmerize, um álbum bem diferente do que estavam acostumados, pois era mais trabalhado e contava com maior participação de Malakian nos vocais, tanto como vocal principal quanto "fundindo" sua voz com a de Tankian. E contava com a canção vencedora do Grammy de melhor single, "B.Y.O.B.", que levou o disco ao topo das paradas em pelo menos doze países, e alcançou o primeiro lugar na Billboard 200, vendendo 800 mil cópias no mundo na primeira semana do seu lançamento. O segundo e último single "Question!" foi lançado com Shavo Odadjian tendo um papel importante na edição do videoclipe. Após o lançamento de Mezmerize, seguiu-se numa extensa turnê nos Estados Unidos e também no Canadá para promover o álbum. Nessa turnê, a banda já tocava a música com o nome do segundo álbum, "Hypnotize". E foi em um desses shows que fizeram a gravação do videoclipe de "Hypnotize", em Grand Rapids, em setembro. Nesse show, a canção foi tocada duas vezes, uma para o show e outra para o videoclipe.
Hypnotize, a segunda parte do álbum, foi lançada em 22 de novembro do mesmo ano e rapidamente atingiu a primeira posição da Billboard 200, vendendo 320 mil cópias, o que fez com que o SOAD entrasse numa lista onde apenas figuram os Beatles, Guns N' Roses e os rappers 2Pac e DMX como os artistas a conseguirem no mesmo ano dois álbuns na primeira posição das paradas. O novo álbum era muito semelhante ao primeiro, tão bem trabalhado quanto seu irmão gêmeo, Mezmerize, e contava também com maior participação de Daron nos vocais, o que desagradou alguns fãs, mas agradou a outros. O disco ainda teve uma edição especial dual disc, que contava com um DVD com o vídeo dos bastidores da gravação dos álbuns e os videoclipes de "B.Y.O.B." e "Question!".
Antes de lançarem o álbum duplo, a banda anunciou que havia aproximadamente 30 músicas prontas e que seriam dividas entre os dois álbuns, porém, apenas 23 foram escolhidas. Sendo assim, algumas ficaram de fora, são elas: "Hezze", "174", "Citadel", "Religious People", "Blowing Bubbles", "Annoying Car Alarm", "Antibiotics" e "Charades".

[editar] Hiato (2006-2010)

Em 2006, a banda fez o videoclipe de "Lonely Day", cuja canção foi indicada ao Grammy, porém, não ganhou. O SOAD então se prepara para entrar em nova turnê, com alguns shows no Canadá e então o Ozzfest. Pois após cancelarem a quarta edição do Souls (que foi anunciado antes), a banda anuncia que o Ozzfest vai ser a última turnê e que então eles vão entrar em uma pausa por tempo indeterminado (hiato), porém, não significava o fim da banda, era apenas um tempo para os membros fazerem outras coisas. Daron Malakian disse numa entrevista a MTV: "Não vamos acabar. Se esse fosse o caso não teriamos feito o Ozzfest. Após o Ozzfest, vamos fazer uma longa pausa e realizar os nossos próprios projetos. Como banda, temos estado juntos há mais de 10 anos, e eu penso que uma pausa seria algo saudável."
Até mesmo durante um concerto em Houston, no Texas, Malakian aproveitou um momento para desmentir os rumores que davam a banda por acabada: "Tem circulado diversos rumores sobre o nosso fim. Bem, não os ouçam. Nós quatro seremos sempre os System of a Down!". A última atuação da banda foi em 13 de agosto de 2006 em West Palm Beach, na Flórida. No final do show, todos os quatro membros se abraçaram e se curvaram aos fãs como forma de agradecimento. "Hoje será o último concerto depois de tantos anos juntos. Voltaremos em breve. Só não sabemos quando" - palavras de Malakian.
Em abril de 2008, o guitarrista Daron Malakian e o baterista John Dolmayan deram uma entrevista para a revista Kerrang!. Quando falava-se muito que a banda tinha acabado, Malakian disse: "Todos saberemos quando voltar na hora certa." Dolmayan acrescentou, "Simplesmente voltaremos." Malakian voltou a falar: "Sim. Vou me sentir muito bem e feliz. Eu posso respeitar essa situação (o hiato) mais do que eu respeitaria uma situação como "o vocalista pegou a minha namorada" e esse tipo de besteira. Não, cara. Serj é uma pessoa muito importante para mim e eu sou para ele. É assim que termina. O mesmo para Shavo e John. E sempre seremos. Isso tudo foi uma parte grande de minha vida. Estivemos tocando juntos por muito tempo, cara. Passamos juntos por várias merdas, como amigos e companheiros de banda - Tivemos que dividir uma cama no Revenhon (Risos)!"
Em 2007, o vocalista Serj Tankian lançou um álbum solo intitulado Elect the Dead. Em março de 2010, Serj lançou seu disco com a Orquestra Filarmônica de Auckland, chamado Elect the Dead Symphony.
Em 2008, o guitarrista Daron Malakian junto com o baterista John Dolmayan lançam um álbum auto-intitulado com sua nova banda, o Scars on Broadway. O SOB fez alguns shows nos Estados Unidos e Europa naquele ano, porém, cancelou vários shows no mesmo ano, acabando então a banda, sem nenhum motivo aparente. No dia 2 de maio de 2010, o Scars on Broadway volta com um show de reestreia no Troubador, clube de Los Angeles, Califórnia, onde, além das canções já conhecidas, executaram algumas novas. O show foi exclusivo para apenas 500 pessoas (capacidade máxima do Troubador) e contou com a participação de Shavo Odadjian em uma terceira guitarra, em algumas músicas.
Shavo Odadjian seguiu sua carreira como DJ na banda de rap/hip hop Achozen, mas nenhum álbum foi lançado até o momento. John Dolmayann também deu início a outra banda com alguns amigos, chamada Indicator. Mas até agora só fizeram alguns pequenos shows e nenhuma música gravada em estúdio.

[editar] Saída do Hiato (2010-2011)

Em 29 de novembro de 2010, após várias semanas de rumores da internet, System of a Down anunciou oficialmente que eles estariam se reunindo para uma série de grandes datas em festivais europeus, em Junho de 2011. Entre as datas da turnê anunciadas incluídas são, Download Festival no Reino Unido, na Suíça Greenfield Festival, na Alemanha Rock Am Ring, na Suécia Metaltown, na Áustria Nova Rock Festival e Provinssirock na Finlândia. Em sua declaração à reunião postada em seu site, a banda não era clara quanto à extensão de sua reformação. Ele dizia: "Nós não temos nenhum plano do tipo -. nós estamos jogando esses programas simplesmente porque queremos tocar juntos novamente como uma banda e para vocês, nossos fãs incríveis". Em 1 de março de 2011 a banda anunciou que iria desempenhar vários shows na América do Norte em maio e junho. A turnê teve início em 10 de maio de 2011, em Edmonton, Alberta. A banda participou de um dos dias do Rock in Rio 2011, dia 02 de Outubro (que inclusive recebeu o maior número de votações em um enquete feita no site sobre o Top-Line), no mesmo dia em que a banda de hard rock norte-americana Guns N' Roses.[1] Um show foi realizado antes do Rock in Rio no Brasil, dia 01/10 eles se apresentaram em São Paulo na Chácara do Jockey. [1]

[editar] Processo sobre os direitos de B.Y.O.B.

A banda enfrentou um processo da empresa britânica, Maxwood Music. Esta reivindicou um ganho de 50% na composição da música "B.Y.O.B.", dizendo que comprou os direitos do suposto co-autor da canção Casey Chmielinski (Chaos). Maxwood processou o guitarrista Daron Malakian, o cantor Serj Tankian e a empresa deles, Malakian Publishing e Shattered Mirrors Publishing. Casey alegou ter co-escrito a canção em meados de 2002-2003, quando Malakian e Chaos tinham um pequeno projeto (Scars on Broadway).
O processo foi lançado em 2008 e teve o julgamento iniciado em novembro de 2009. Contou com os testemunhos de Malakian, Dolmayan, Chmielinski e Zach Hill, que na época era o baterista da banda Scars on Broadway. No julgamento, Chmielinski teve problemas ao lembrar datas e fatos importantes, além de apresentar provas falsas. O juiz ainda alegou que a única semelhança entre a demo (com pouco mais de 1 minuto) gravada em 2002 e B.Y.O.B. é o riff inicial, pois a letra e o resto da melodia são totalmente diferentes, além de terem sido criadas por Malakian. Outra prova de que Chmielinski estava mentindo, era o fato de que Tankian pode provar que a letra de B.Y.O.B. surgiu, em parte, de dois poemas que ele escreveu (War that no one Won e um poema sem nome).
Malakian decidiu dar 2% dos direitos autorais para Casey Chmielinski, porém, não contente, Chmielinski decidiu exigir 50%, fato que fez com que Malakian retirasse a proposta dos 2%. Sendo assim, o Juiz concluiu que a história de Chmielinski era "inconsistente e não corroborada" e que Tankian e Malakian são os únicos autores de B.Y.O.B. O processo foi concluído em 17 de maio de 2010. Atualmente, o System of a Down divide a posse dos direitos autorais de suas músicas igualmente (25%) entre os membros da banda, indiferentemente de quem realmente as escreveu.

[editar] Gênero musical

A variedade de estilo e nível de experimentação[2] na música do System of a Down o tornou difícil de descrever, mas o grupo, em sua maior parte, manteve um estilo único em todo o seu corpo de trabalho. Este estilo tem sido chamado diversas vezes de metal alternativo[3], rock alternativo[4], art rock[5], rock experimental[6][7], hard rock[3], heavy metal[3], nu metal[8][9], metal progressivo[10] e rock progressivo[11][12].
A banda não se considera parte do cenário do nu metal. O guitarrista Daron Malakian disse em entrevista à Guitar World se sentir satisfeito pela banda não ter sido levada para esse gênero. Durante um show em 2005 ele disse: "Costumam nos chamar de banda de nu metal, agora nos chamam de prog rock. Acho que vão dizer que nós somos qualquer coisa que seja popular."
Malakian declarou que: "Nós não pertencemos a nenhuma cena"[13]. De acordo com Tankian: "Para mim, System of a Down não é uma banda progressiva. [...] Mas não é um típico projeto pop, obviamente. Nós definitivamente prestamos atenção à música para se certificar de que não é algo que alguém já ouviu antes".[14]
A banda já usou uma grande variedade de instrumentos, incluindo o bandolim elétrico, guitarra barítono, guitarra acústica, ud, sitar e guitarra de doze cordas[15]. As influências do grupo inclui músicas do Oriente Médio[16], Ozzy Osbourne[13][16], Dead Kennedys[17], Frank Zappa, Guns N Roses, Slayer[16], The Beatles e Van Halen[17]. O seu estilo musical tem sido comparado ao de Zappa[11]. Malakian afirmou que: "Eu sou um fã de música. Eu não sou necessariamente um fã de uma banda qualquer."[18] Dolmayan afirmou: "Eu não acho que soa como ninguém. Considero-nos o System of a Down."[19] Odadjian afirmou:" Você pode nos comparar com quem você quiser. Eu não me importo. Comparações e rótulos não tem efeito sobre esta banda. Fato é fato: nós somos quem nós somos e eles são quem eles são".[19]

Letras

A banda que muitas vezes é taxada como "ativista" ou que suas letras tratam sempre de assuntos políticos, prefere não comentar ou tentar explicar as letras de suas músicas. em 2006 Em uma entrevista a TV SIC de portugal, Serj e John foram perguntados se poderiam falar sobre as letras das músicas, Serj fez um sinal negativo com a cabeça, e John completou dizendo: "Nós não gostamos muito de explicar as letras das nossas músicas cada forma de arte deve ser interpretada pela pessoa que observa, ouve ou vê, e se nós explicarmos a nossa definição de arte, que nem sequer é a mesma para cada um de nós, então isso poderia dificultar a concepção de uma idéia própria

System of a Down
System of a Down, Download Festival 2005 (1).JPG
System of a Down no Download Festival em 12 de Junho de 2005.
Informação geral
Apelido Soil (1992-1994)
SOAD
System
Origem Glendale, Califórnia
País  Estados Unidos
 Arménia
Gêneros Metal alternativo, rock progressivo, hard rock, metal experimental
vários outros
Período em atividade 19922006
2010 - Atualmente
Gravadora(s) Sony Music Entertainment
American
Columbia
Página oficial www.systemofadown.com
Integrantes
Serj Tankian
Daron Malakian
Shavo Odadjian
John Dolmayan
Ex-integrantes
Dave Hakopyan
Domingo Laranio
Andy Khachaturian